São Paulo registra ao menos um estupro de mulher vulnerável por Dia.



Restringir a violência contra a mulher a determinado grupo ou camada social é um erro. 
Durante séculos, nossa sociedade construiu, no senso comum, um estereótipo relacionado ao sexo feminino.

Estereótipo é a alavanca do preconceito, da discriminação e de abusos.

No último dia 28, enquanto o debate sobre a cultura do estupro acontecia nas conversas formais e informais, uma moça de 20 anos, estudante da USP, seguia para uma delegacia prestar queixa sobre um estupro que havia sofrido durante os Jogos Universitários de Comunicação e Arte, em Sorocaba.

O ato foi praticado por um estudante de Física. A direção do Instituto de Física da USP abriu sindicância ontem para apurar a denúncia.

Para agravar a situação, os números nos mostram que um caso de estupro de vulnerável, crime cometido contra meninas de até 14 anos, acontece por dia no Estado de SP.
 

É no engajamento da militância pelos direitos humanos e pela cultura de paz, na educação como transformação e na real chance de mostrarmos aos outros que devemos tratar o nosso semelhante como um de nós é que poderemos criar uma sociedade mais justa e igualitária. 
Isso pode levar muito tempo, mas é preciso começar já. - Compartilhou o Carlos Bezerra Jr em seu Instagram.


Oremos ao Senhor Deus para que Ele restaure e liberte a nossa Nação.
Bem-aventurada é a nação cujo Deus é o Senhor, e o povo ao qual escolheu para sua herança. “(Salmos 33:12).

“E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra. Agora estarão abertos os meus olhos e atentos os meus ouvidos à oração deste lugar. (II Crônicas 7:14-15).

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