Fé que remove montanhas

Fé
Para remover montanhas, basta a fé ser do tamanho de um grão de mostarda.
Essa afirmação foi feita por Jesus aos discípulos que lhe perguntaram por que não puderam expulsar o demônio que causava terríveis sofrimentos a um jovem levado a eles por um pai que suplicava compaixão pelo filho (Mateus 17.15-16, 19-20).

Em outro contexto, quando os discípulos se admiraram porque a figueira amaldiçoada por Jesus havia secado desde a raiz, Jesus exortou: “Tende fé em Deus; porque em verdade vos afirmo que, se alguém disser a este monte: Ergue-te e lança-te no mar, e não duvidar no seu coração, mas crer que se fará o que diz, assim será com ele. Por isso vos digo que tudo quanto em oração pedirdes, crede que recebestes, e será assim convosco” (Marcos 11.22-24).
A oração tem, portanto, papel fundamental no exercício da fé que remove montanhas. Para que a oração seja eficaz, tudo o que perturba a comunhão entre irmãos precisa ser removido. Por isso Jesus acrescentou: “E, quando estiverdes orando, se tendes alguma coisa contra alguém, perdoai, para que o vosso Pai celestial vos perdoe as vossas ofensas. Mas, se não perdoardes, também vosso Pai celestial não vos perdoará as vossas ofensas” (Marcos 11.25-26).
Em outra situação, Jesus disse que “se dois dentre vós, sobre a terra, concordarem a respeito de qualquer coisa que, porventura, pedirem, ser-lhes-á concedida por meu Pai, que está nos céus” (Mateus 18.19). O contexto dessa passagem mostra a importância da comunhão entre os irmãos, para que, por meio das orações feitas na unidade do Espírito, Deus possa agir movendo céu e terra (Mateus 18.15-35).
A prática da oração, como atitude permanente, individual e comunitária, nos coloca em contato íntimo com o Pai celestial e nos capacita a discernir a voz do Espírito, que nos conduz pelos caminhos da vida, “pois todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus” (Romanos 8.14).
Precisamos seguir o exemplo da liderança da igreja de Antioquia, que buscava a direção do Espírito Santo por meio de oração e jejum (Atos 13.1-3). O resultado foram as viagens missionárias de Paulo e seus companheiros, que plantaram igrejas em toda a região da Ásia Menor e cruzaram o mar para atender ao desafio que vinha da Europa, provocando essa reação dos tessalonicenses: “Estes que têm transtornado o mundo chegaram também aqui” (Atos 17.6). Crentes que oram e agem pela fé incomodam o mundo!
A Igreja é convocada para orar e jejuar, porque diante de nós há uma montanha de dificuldades que nos desafiam, mas estamos certos de que o céu responde quando na terra os crentes se unem em oração. Se nos acomodarmos, não incomodaremos ninguém!

Por Mathias Quintela de Souza
Fonte: Lagoinha.com

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