Avivamento

Foto: Arquivo Pessoal
Bendito seja Deus que também se importa conosco
O avivamento é uma obra de Deus, e, não do homem. O avivamento é uma poderosa ação vivificadora de Deus no coração do ser humano, e, a partir desse indivíduo, as famílias, as cidades e as nações são igualmente despertadas para a necessidade que têm de um relacionamento verdadeiro com o Criador. Muitos que escreveram sobre o avivamento usaram o termo “Visitação”, ou seja, falaram sobre uma visitação de Deus. O episódio de Lucas 24 sobre o caminho de Emaús pode exemplificar o impacto de uma visitação de Deus na vida das pessoas: os corações são aquecidos (Lucas 24.32) e, imediatamente, as pessoas são renovadas e encorajadas a retornar ao lugar de onde nunca antes deveriam ter saído.

O amor de Deus por nós é impressionante e constrangedor. Ele, que é o Deus Todo-Poderoso, o Criador dos Céus e da Terra, das coisas visíveis e invisíveis, se importa conosco, e por isso, age para nos despertar do sono apático e nos arrancar das garras sedutoras desse mundo caído.
Como os valores e as palavras do mundo caído ainda tem voz em nosso coração frágil! Como somos facilmente seduzidos pelas propostas passageiras e transitórias do pecado. Somente Deus pode arrancar-nos da escravidão, chamando-nos para o relacionamento libertador com Ele. Foi exatamente isso que Deus fez com Moisés que, “já adulto, recusou ser chamado filho da filha do faraó, preferindo ser maltratado com o povo de Deus a desfrutar os prazeres do pecado durante algum tempo” (Hebreus 11.24-25). Se Deus não tivesse agido sobre a vida dele, Moisés teria se tornado um faraó, um homem egoísta e escravizador dos próprios irmãos. Bendito seja Deus que se importou com Moisés, com o povo de Israel e também se importa conosco.
O apóstolo Paulo escreveu que “tudo o que foi escrito no passado foi escrito para nos ensinar, de foram que, por meio da perseverança e do bom ânimo procedentes das Escrituras, mantenhamos a nossa esperança” (Romanos 15.4). O que foi escrito acerca de Moisés e do povo de Israel não foi escrito simplesmente para conhecermos a história, mas, sim, sobretudo para conhecermos Deus. O Deus que aqueceu o coração de Moisés para que o povo de Israel fosse reavivado é o mesmo Deus que pode aquecer os nossos corações para que possamos levar a mensagem que traga avivamento a outras pessoas, famílias, cidades e nações.
Se, por um lado, o avivamento é uma obra soberana do amor de Deus, o homem é o alvo desse amor. O ser humano não terá o coração aquecido se a sua resposta ao convite de Deus for uma resposta negativa. Os discípulos no caminho de Emaús jamais teriam o coração aquecido se não tivessem respondido Sim à aproximação de Jesus. Se eles não tivessem o coração aberto para ouvir a voz e a palavra de Jesus, eles teriam perdido a oportunidade de serem ministrados pelo Senhor. Se os prazeres transitórios do pecado tivessem uma voz mais alta no coração de Moisés do que a Palavra de Deus, Moisés teria perdido a oportunidade de ser o líder do povo de Israel na saída da escravidão do Egito.
Porque Deus é quem traz o avivamento e porque nós somos esses “lugares” onde Deus derrama o fogo que aquece o coração, Habacuque orou, dizendo: “Tenho ouvido, ó Senhor, as tuas declarações, e me sinto alarmado; aviva a tua obra, ó Senhor, no decorrer dos anos, e, no decurso dos anos, faze-a conhecida; na tua ira, lembra-te da misericórdia” (Habacuque 3.2 –RA). Que essa oração seja a nossa oração nesses dias, e nos próximos dias até que sejamos visitados pela presença doce, vivificadora e transformadora de Deus.

Pr. Gustavo Bessa
Fonte: Lagoinha.com

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