Deus! Eu quero o que é meu!

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Uma sociedade que preza muito pela liberdade do indivíduo não consegue a igualdade do coletivo.
Liberdade e igualdade são dois valores fundamentais na democracia, mas estão sempre em conflito.
Uma sociedade que preza muito pela liberdade do indivíduo não consegue a igualdade do coletivo, e, por outro lado, se buscamos a igualdade para todos, a liberdade é comprometida.

Se essa briga na política não está bem resolvida, na teologia está longe de ser compreendida por nós.
Não quero entrar na discussão entre predestinação e livre arbítrio, quero falar sobre a meritocracia que entrou nos discursos teológicos das igrejas.
Vejo na postura de alguns um orgulho de ser crente e estar na igreja, como se tudo isso fosse mérito apenas de uma escolha correta que fez na vida, onde escolheu a Deus dentre tantas opções.
Ouço e leio crentes exigindo coisas de Deus, recitando promessas bíblicas (na maioria fora de contexto) como se pudessem colocar Deus contra a parede, fazendo assim Ele obedecer suas orações como um servo.
A carta de Romanos explica bem essa crise e coloca todos os homens no seu devido lugar. A Bíblia fala, em Romanos 3.11, que não há ninguém que busque a Deus, e, no verso 23, que todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus.
Se começarmos a exigir algo de Deus pela meritocracia, vamos acabar no inferno, que, por mérito, é o lugar onde todos nós devemos passar a eternidade! Mas graças a Deus que Jesus chamou sobre Si toda meritocracia e na cruz nos declarou livres de todo mérito!
O que restou para nós seguidores de Jesus o Cristo foi a graça, MARAVILHOSA GRAÇA!

Por Marcos Botelho – Ultimato/Lagoinha.com

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