Será que a caneta ou o teclado se tornou a “bomba” da vez?

Foto: pixabay.com
Não quero abordar o que alguns grupos, por mais insignificantes que sejam, ganham destaque pela maneira cruel de suas ações. A intolerância parece ter deixado de ser exclusiva de grupos extremistas e ganha espaço no cotidiano do cidadão comum.
Revistas de renome perdem a linha editorial e destilam veneno incentivando a intolerância religiosa e até a violência, vestidos com a capa de ridícula falsidade e arrogância. Interessante ler jornalistas escrevendo sobre intolerância quando na verdade o texto está repleto de intolerância. Será que a caneta ou o teclado se tornou a “bomba” da vez?

Admiro os que apuram e conhecem os dois lados do fato, antes de se venderem e pronunciarem contra pessoas ou instituições.
Puxa vida, seria Super Interessante se o nosso convívio não fosse marcado por discursos contrários àqueles que lutam para fazer o bem.
Seria Super Interessante ter pessoas que se preocupam com o futuro dos nossos jovens e adolescentes.
Seria Super Interessante ter “heróis” corajosos para desafiar jovens e adolescentes a seguirem valores dignos de honra.
Seria Super Interessante descobrir que existem líderes que lutam por jovens e adolescentes, para que não sejam levados ao mundo do crime ou das drogas.
Será que lutar por uma juventude melhor é intolerância? Bom, parece que para alguns que se denominam “Super Interessantes” é errado fazer o bem. O correto é semear ódio e discórdia. Que pena! Seria Super Interessante se o foco da ciência fosse educativo e não acusador.
Uma abraço tolerante a todos.

Por Charles Campos
Fonte: Lagoinha.com

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