“Não tenho tempo”

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A frase acima “Não tenho tempo” parece ter se tornado nossa principal desculpa para programas cancelados, amigos abandonados, livros não lidos, tarefas inacabadas.  E, na verdade, parece-nos que o tempo encurtou para muitas coisas: para pessoas queridas, para desafios, para retomada de projetos. Por que essa sensação de falta de tempo e como lidarmos com ele?  Precisamos lidar com o tempo linear ou cronológico, mas também com o tempo das repetições (a rotina) e o tempo da oportunidade (Kairós). Todos eles implacáveis.

A contemporaneidade nos fez encher nossa vida de urgências e acabamos deixando de perceber a diferença entre o urgente e o importante. Tendemos a nos sentir sempre em falta com família, com trabalho, com desenvolvimento pessoal, com o lazer, com a atividade física, com amigos, com leituras, com o corpo e com a alma. As redes sociais solicitam respostas, curtidas, adesões, mas a vida também solicita.
Outra frase muito comum que ouvimos sobre o tempo é que rejeitamos o que não é importante para nós, ou que damos tempo para aquilo que nos interessa. Nem sempre. Quantos de nós nos culpamos por descuidarmos de nossa saúde e de pessoas queridas? Como lidar com o tempo? Planejamento de tarefas, organização de vida, observação de horas desperdiçadas contribuem para que essa sensação de débito constante seja minimizada.  Eleger prioridades também é fundamental. Lembre-se: entre o urgente e o importante há uma lacuna. Você saberia distingui-la? Nem tudo que é importante precisa ser atendido imediatamente.

Por Daniela Borja Bessa 
FONTE: Lagoinha.com

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