Uma boa ideia

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“Então, Natã disse a Davi: Faze tudo quanto está no teu coração, porque Deus é contigo” (1 Crônicas 17.2)
Muitas vezes as ideias que temos parecem ser boas, contudo, nem sempre estão alicerçadas na vontade de Deus. Em alguns casos, até mesmo amigos e irmãos nos incentivam em nossas “boas” intenções, assim como ocorreu com o rei Davi e o profeta Natã. E por que isso acontece? “Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos, os meus caminhos, diz o Senhor [...]” (Isaías 55.8,9).
Davi amava ao Senhor e por esse motivo se sentiu incomodado por morar em um palácio de cedro, enquanto a arca da aliança do Senhor permanecia em uma simples tenda.  Decidiu então, aprovado por seu amigo, o profeta Natã, construir um palácio para Deus. Mas isso O agradou? Não! E por quê? Porque os planos do Senhor eram outros.

Deus tinha os Seus motivos para não aprovar aquela aparente “boa ideia”. E sabe o que podemos aprender aqui? Que Davi não questionou o Senhor, não ficou magoado, não reclamou com Natã lhe dizendo que ele era um “mau” conselheiro, mas simplesmente obedeceu e reconheceu a bondade celestial para Ele e sua família. Natã também obedeceu ao Pai e não se abalou porque os verdadeiros servos de Deus agem assim.
E do mesmo modo como Davi e Natã, necessitamos reconhecer em todo o tempo que Deus é o Senhor. Senhor do passado, do presente e do futuro.  Senhor das nossas vontades, dos nossos planos, das nossas vidas.  Aprendermos também que melhor amigo do que Ele não há. Que os Seus conselhos é que são preciosos e verdadeiros, que boas são as Suas ideias a nosso respeito e daqueles que amamos. Davi ficou tão maravilhado com os planos do Senhor para com ele e sua família que com o coração transbordante de fé concluiu sua oração dizendo: “[...] pois o que tu, Senhor, abençoas, abençoado está para sempre”. (1 Crônicas 17.27).
Que maravilha de fé, de submissão à vontade de Deus. Sim, devemos aprender essa tão linda lição com o homem que era segundo o coração do Pai. Portanto, quando em nosso íntimo surgirem “boas ideias”, busquemos primeiramente a face do Senhor para obtermos a Sua bênção e a Sua aprovação. Então, depois de estarmos confiantes de que estamos no centro da Sua vontade, aí sim, podemos compartilhar com os nossos queridos, as nossas mais íntimas intenções. E será essa uma boa ideia? Penso que sim.

Fotos: Reprodução da internet e Natália Celle
Por Ana Lúcia Lemos.
Fonte: Lagoinha.com

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