O que minhas roupas “dizem” sobre mim?

O jeito de vestir diz algo sobre as pessoas, embora sempre neguemos isso. Claro que o nosso estilo não define quem somos, mas diz muito sobre nossa maneira de pensar. Não é pela aparência que percebemos quem pertence a qual tribo urbana? Ou até mesmo em que alguma pessoa trabalha e do que gosta? Todos nós concebemos a “primeira impressão”, em que fazemos uma análise rasa de quem é certo indivíduo, com base no que veste, na postura, no que fala, entre outros fatores.
Qual é a impressão que passa para as pessoas quando elas olham o que você veste? “Não ligo para o que os outros pensam de mim”, você pode estar pensando consigo mesmo. De certa forma, concordo com isso, pois o que Deus pensa sobre nós é bem mais importante. Por outro lado, gostaria que se questionasse agora: “O que é revelado sobre mim quando uso uma roupa curta ou apertada?”. Mais do que isso, “O que isso revela sobre o meu coração?”.

Se sabemos que algo nos deixa sensuais, por que usamos então? Porque bem lá no fundo, queremos pelo menos nos sentir sensuais. Nem sempre queremos atrair outras pessoas, mas se sentir desejável agrada muito às nossas almas. Contudo, devemos nos policiar, porque a sensualidade não agrada a Deus e não pode fazer parte da nossa identidade (porque o modo de vestir imprime uma identidade em nós)!
E você, homem, acha que passa despercebido? Os rapazes acham que não tem problema tirar foto sem camisa e colocar nas redes sociais, ou vestir aquela camisa colada e calça skinny. Isso também é sensual!
“Considerem: uma árvore boa dá bom fruto; uma árvore ruim dá fruto ruim, pois uma árvore é conhecida por seu fruto. Raça de víboras, como podem vocês, que são maus, dizer coisas boas? Pois a boca fala do que está cheio o coração” (Mateus 12.33-34). Assim como nossas palavras, são nossas roupas. Não se iluda com o “nada a ver” que o mundo lhe diz. Tudo aquilo que chegamos a externar, é algo que já criou algum tipo de raiz dentro de nós. Faça uma análise de si mesmo. O que está em seu coração?

Por Natália Celle.
Fonte: http://www.lagoinha.com/

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